[PRIMEIRA VEZ] -

Noite Feliz


 

CONTO ERÓTICO

Noite Feliz

 

por Marcos Eduardo de Almeida

 

Foi mais um dia daqueles. Calor insuportável, e eu, que tenho de trabalhar de terno e gravata naquela firma de advocacia, sofrendo como sempre... Quando não estava na rua, embaixo do sol forte, ficava no escritório, trancafiado e lidando com um monte de problemas de deixar qualquer um louco.

“Cara, hoje está complicado. Quando sairmos daqui, vamos tomar um chope, comer alguma coisa. Preciso relaxar!”, disse meu amigo Leonardo, companheiro de trabalho e de algumas happy hours. Combinamos de descer para algum dos muitos bares da região da Rua da Consolação, perto da Avenida Paulista.

O expediente termina às 17 horas, mas até eu conseguir me livrar de toda a papelada, o relógio já marcava 19 horas. Descemos até um bar ali perto. Cheio. Fomos para outro lugar, um pouco mais para a região da famosa Rua Augusta, mas também não havia onde sentar.

“Conheço um lugar diferente. Tá a fim de ir?”, disse Leonardo. “Pô, vamos, sim. Por aqui, tá complicado” – e lá fomos nós para a chamada “Boca do Lixo”, parte do centro velho da cidade de São Paulo, freqüentada por boêmios e garotas de programa.

Por lá, tudo mais tranqüilo. Lugar para sentar, pedimos uma cerveja e uma porção de fritas pra começar. Uma cerveja chama outra, que chama a terceira, que chama todas as próximas. Lá pelas dez da noite, estávamos bem “alegres” – e foi mais ou menos nessa hora que comecei a notar algumas presenças “diferentes”.

O bar era freqüentado por travestis! Algumas não tão bonitas, mas duas ou três eram realmente maravilhosas. Uma morena me chamou a atenção. Comentei com Leonardo. Para minha surpresa, ele a chamou pelo nome: “Milene!”, se me lembro bem. Ela veio, sentou-se conosco e começamos a conversar.

Mais algumas cervejas, e ela chama outra amiga. Era uma bela loura, de seios enormes, quadril largo, daquelas que costumam habitar os sonhos da maior parte dos homens. Infelizmente, não me lembro do nome dela – mas, enfim, não vem ao caso.

Continuamos conversando, e Leonardo surge com a idéia: “Vamos até meu apartamento? Está vazio por lá, tenho uns vinhos guardados, a gente continua nossa conversa...”. As duas concordaram. Eu também.

Chegamos. Fui até o banheiro – afinal, tinha tomado muita cerveja. Ao voltar, vi Leonardo em um sofá com a loura, alguns comes e bebes na mesinha de centro, as taças de vinho cheias.

Sentei-me no outro sofá, ao lado de Milene, e continuamos nossa conversa. Pouco mais de dez minutos depois, Leonardo se levanta, pega a loura pela mão e, sem dizer nada, leva-a até o quarto.

Continuei ali, com Milene. Levantei-me para ir ao banheiro novamente e vi, no quarto, Leonardo sentado à beira da cama, a loura de joelhos chupando-lhe o pau de uma maneira que eu nunca tinha visto. Sua língua subia e descia, a mão acariciava o saco. Fiquei transtornado... E de pau duro na mesma hora.

Voltei pra sala e decidi arriscar. Nunca havia transado com bonecas antes, mas resolvi que, daquele dia, não passava. Sentei-me ao lado de Milene e já lhe dei um beijo na boca.

Ela colocou a mão em minha coxa e foi subindo, subindo, até chegar ao meu pau, que, a essa altura, parecia que ia estourar. Resolvi retribuir o carinho: abri suas pernas, enfiei a mão por baixo da minissaia e segurei firme em seu mastro.

Tirei o membro pra fora e comecei os movimentos. Ela segurou meu braço, pediu para que eu parasse, ajoelhou-se e começou a me chupar. Nunca vi (ou senti) um boquete como aquele. Era de enlouquecer! Se não tivesse bebido tanto, não teria agüentado nem dois minutos!

Mesmo assim, em pouco tempo, já gozava e inundava a boca de Milene. Gozei tanto que ela deixou escorrer um pouco pra fora, limpando em minha calça – mas eu queria mais.

Segurei sua cabeça e pedi que continuasse a chupeta. Peguei uma camisinha, coloquei, apoiei-a de bruços sobre o braço do sofá e enfiei bem devagar no cuzinho sedento. Ela não falava nada, só suspirava fundo.

Soquei até o fim – e comecei a bombar forte. Dessa vez, demorei um pouco mais, mas aquela marca de biquíni cavado, aquela bunda perfeita, os longos cabelos pretos... Não me deixaram suportar muito. Gozei de novo!

Agora, sim, estava satisfeito. Cansado, ofegante, sentei-me novamente, mas Milene se levantou, me beijou e guiou minha cabeça até seu pau.

Sem pensar muito, coloquei-o na boca e comecei a chupar. Fiz com ela tudo que eu mais gostava que fizessem comigo. Carinhos, mordidas, chupadas molhadas...

Por não ter muita experiência, demorei uns 20 minutos no ato. Quando estava começando a ficar cansado, ela me segurou pela nuca, socou o pau fundo na minha garganta e gozou fartamente. Era a primeira vez que sentia o gosto da porra em minha boca.

Estávamos quites. Servimo-nos de mais vinho, ligamos a tevê e ficamos deitados no sofá, esperando Leonardo e a loira – que, aliás, devem ter gostado muito da coisa, pois demoraram pelo menos duas horas para sair do quarto.

Depois desse dia, nós quatro não saímos mais, o que é realmente uma pena. De acordo com Leonardo, a última notícia que teve de Milene era de que ela teria se mudado para a Europa – mas aquela noite, mesmo que tenha sido uma noite só, foi inesquecível. Vou ligar para o Léo. Quem sabe não voltamos àquele bar para a happy hour de amanhã?


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