[PASSIVAS] -

Bombando na balada

CONTO ERÓTICO

Bombando na balada

Por Roberto Prada

Aquela balada não era do tipo a que eu estava acostumado. Muita gente diferente... O “povinho alternativo”. Fomos eu e o Felipe, amigo meu de Jundiaí que sempre vinha a São Paulo para aquela festa. “Toma cuidado com quem você pegar! Aqui, tem mulher de todo tipo”, me alertou. Na hora, não entendi direito...

Bom, a bebida, pelo menos, era de graça. Toma uma, toma duas, a música correndo solta... Fui me soltando. De repente, vejo uma loira espetacular dançando no meio da pista. Cheguei junto e perguntei o nome da beldade. Não ouvi a resposta: as batidas da caixa de som eram ensurdecedoras!

Não sou o tipo de cara mais ousado no jogo da paquera, mas resolvi agir. Peguei a loira pelo braço e sugeri que fôssemos para outro lugar. Ela não disse nada, mas me acompanhou. Levei-a para o famoso darkroom, aquela salinha escura com sofás para quem quer um pouco mais de privacidade.

Eu ainda estava meio abobalhado com a minha sorte, afinal, em pouco mais de dois minutos, havia ganhado a maior gata da festa – e sem falar quase nada! Isso nunca havia me acontecido!

Beijos, passadas de mão, apertos e suspiros. A loira tomou a dianteira: abriu minhas calças e tirou meu pau pra fora. Senti sua boca úmida e quente. Nossa, ela chupava como ninguém! Relaxei, e ela ficou pelo menos dez minutos mamando sem parar. Não tivesse bebido tanto, teria enchido a boca dela com minha porra em bem menos tempo que isso– mas resolvi retribuir.

Levantei sua saia apertada até a cintura. Tateei no escuro até achar as alças de sua calcinha. Tirei. Nesse momento, com espanto, descobri o que meu amigo quis dizer com “mulher de todo o tipo”. A loira era uma travesti! Eu já havia tido algumas experiências interessantes com o chamado “terceiro sexo”. Então, amigo, eu não deixaria aquela loira fenomenal escapar... Ela se levantou, colocou o pau na altura da minha boca e eu comecei a chupar. Meio desajeitado, confesso, mas ela parecia estar gostando. Pouco tempo depois, senti que a gata estremeceu – e percebi minha garganta cheia de um líquido grosso. Ela tinha gozado.

“Sua vez”, me disse a loira. Empurrou-me para trás, colocou uma camisinha no meu cacete e, ainda com a saia na cintura, meteu-o no cuzinho. Era apertado, quente – e ela se mexia com uma voracidade incrível!

A bebedeira novamente me fez conseguir controlar o orgasmo, mas não por muito tempo. Virei a loira, coloquei-a de quatro no sofá e continuei a penetrar. Mais uns dois ou três minutos, senti que ia gozar. Tirei o pau, a camisinha e esporrei sobre suas costas.

Nesse momento, a porta se abre, a luz da pista de dança invade a sala. “Não pode fazer isso aí dentro!”, gritou o segurança. Mas, pra mim, já estava ótimo!

Saí, encontrei o Felipe e resolvemos ir embora. “Você pegou aquela loira? Mandou muito bem!”, me disse o amigo. “É... Concordo”. “E qual o nome dela?”. “Não sei... Mas eu pergunto semana que vem!”.

 


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