[PASSIVAS] -

Abre a boquinha

CONTO ERÓTICO

Abre a boquinha

por Rebeca Boneca

Boquiaberta! É assim que fico sempre que vou ao dentista. Não somente porque ele examina cada minucioso detalhe dentário da minha boca, mas também porque... Bom, vamos explicar com calma toda essa loucura, se é que é possível!

Um – nada belo até então – dia, acordei com uma tremenda dor de dente. Era uma dor latejante, contínua, beeem irritante mesmo. Cheguei na sala gritando até estourar os tímpanos da minha grande amiga, e travesti como eu, Jaqueline – a mesma com quem divido o apartamento.

A louca ficou mais ensandecida ainda ao me ver naquele estado e, então, já foi discando para um dentista todo competente que, por acaso, era seu cliente e até amigo pessoal, o tal do Cláudio...

– Pode ir pra lá agora mesmo. Descolei uma brecha no melhor doutor casadão da paróquia. Pega esse cartão com o endereço e segue seu rumo.

Então, tá. Fui.

Chegando ao tal consultório, me deparei com aquele monte de porta-retrato horrendamente brega do doutor Cláudio e sua família tipicamente feliz. Aff!

Espera. Pausa pra piscada rápida. Colírio para meus olhos. Até esqueci a dor. “Que homem é esse?!”. Ops! Acho que falei em voz alta enquanto o próprio acabava de dar as caras na saleta. Vexame!

E o Dr. Cláudio estava de pau duro! Por baixo daquela calça branca e justa, o demarcado grande pau se sobressaía e pulsava virilidade. Babei. “Vamos logo tratar dessa dor, porque uma boca lindíssima dessas não pode ficar nesse estado, não é mesmo?”, adiantou-se o doutor.

Três horas depois – de muita anestesia, motorzinho bombando e eu no melhor capote do sono –, eis que sou acordada pela mão firme do doutor fazendo carícias nas minhas coxas e sua voz suave deslizando em meus ouvidos: “Acabou, princesa!”. Será que eu estava delirando?

Enquanto tentava desvendar o mistério, eis que o oráculo me avisa: “Sei de uma maneira mais eficaz de receber o pagamento pelo tratamento do seu canal do que a banalidade do dinheiro”. Foi, então, que ele abaixou as próprias calças e colocou minhas mãos no seu pau. Uma pica grande, grossinha e com a cabeça tão melada que me deixava sedenta pra cair de boca. “Não, mocinha”, disse ele. “Você ainda está anestesiada. Vem cá que quem vai desgraçar sua rola com a boca sou eu”.

Eu mal podia acreditar... Dr. Cláudio me chupou loucamente, cuspindo, engolindo, massageando minhas bolas! Tudo isso enquanto eu dedicava minhas melhores pulsadas pra bater uma punhetinha safada naquela pica deliciosa.

Ele me virou de bruços na cadeira do consultório e, enquanto permaneci deitada empinando a bundinha, ele não teve dó em comer meu cuzinho com força, bombando a rola até gozar!

Finalmente, tremendo e suando, Dr. Cláudio me puxou pelos cabelos e olhou nos meus olhos, sorrindo. Sapeca! Já se passaram alguns meses, já fizemos até mais, nunca menos, mas esse doutor, vou te contar: ele sabe me deixar boquiaberta!


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