[MÉNAGE] -

Um presente inesquecível

CONTO ERÓTICO

Um presente inesquecível

por Marco Aurélio Ferreira

Meu nome é Marco, tenho 40 anos e gosto muito de sexo e sacanagem. Moro em uma cidade bem pequena, e, no fim do ano passado, com a chegada do Natal, resolvi ir a Belo Horizonte fazer algumas compras. Para não perder tempo, optei por um shopping, mas fiquei analisando as lojas para só depois comprar.

Resolvi, então, entrar no banheiro, e, para minha surpresa, estava lá a Mamãe Noel do shopping. Agindo naturalmente, tirei o pau pra fora e, fingindo urinar, dei uma olhada para o lado.

Não acreditei no que vi: uma rola enorme, que a boneca segurava, balançando no ar, lentamente. Olhei pra ela, que piscou pra mim e perguntou: “Gostou?”. Sem responder, eu já estava com aquela pica imensa latejando na minha mão.

Ela, então, segurou meu braço e me levou até o sanitário destinada às pessoas com necessidades especiais, dizendo que raramente entrava alguém ali. Encostamos a porta, pois não havia tranca, e ela baixou as calças. Só então pude ver o resto que ainda tinha de pau.

Ajoelhei e comecei a mamar aquela cabeça vermelha como uma maçã, tentando ao máximo engolir aquele monstro. Quando olhei pra cima, ela tinha tirado a tiara e o top. Aí, pude perceber o quanto seus peitos eram lindos.

Gemendo de prazer, ela pediu para eu baixar as minhas calças. Notei seu olhar admirando meu pau, pois também sou bem-dotado. Ela não resistiu: pegou a minha rola e começou uma breve punheta. Depois, me virou e introduziu o dedo no meu cu. Comecei a rebolar com aquele dedo grosso atolado, abrindo cada vez mais minhas pregas, entrando e saindo.

Quando me dei conta, olhando por uma fresta da porta, nos observando, estava um cara alto, corpo forte e definido, de terno e com um radiotransmissor em uma das mãos; a outra segurava um cacete enorme.

Ao perceber que eu o olhava, ele empurrou a porta e entrou, ficando com as costas apoiadas na própria porta. Puxou minha cabeça de encontro a seu pau, que tinha aproximadamente 24 cm, e enfiou na minha boca, me sufocando.

Enquanto isso, a Mamãe Noel colocou uma camisinha e começou a me penetrar. Comecei a gemer, pois estava sendo arregaçado com aquele pau no cu e com o mastro do segurança pulsando em minha boca.

Mamãe Noel dava estocadas cada vez mais fortes no meu buraco, todo latejando de dor e prazer. Estava sendo usado na frente e por trás, e minha rola babava gotas de porra, quando iniciei uma punheta, enquanto engasgava com aquela pica cheia de veias na garganta.

De repente, a jovem boneca Noel tirou a vara do meu cu, puxou a camisinha, jogando-a no ar, e começou a espirrar jatos de porra na minha cara. Logo em seguida, o segurança também tirou o cacete da minha boca e me banhou com aquele mingau grosso por todo o meu peito. Enlouquecido com tanta porra e vendo os dois esfregando os cacetes em minha cara, também gozei feito um louco.

Os dois saíram juntos do sanitário, e eu fiquei todo melado e com o cu piscando, dolorido e aberto. Me recompus e saí de lá todo alegre, pois foi o melhor presente que eu podia ter recebido.

 

Apesar de “fora de época”, o conto de Marco foi eleito pela redação este mês por ser extremamente excitante.

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