[FETICHE] -

Transformação

CONTO ERÓTICO

Transformação

por Giovanni Massimo

É sempre um prazer voltar a esta revista. Como sou colaborador freqüente, vocês já devem me conhecer, mas penso que será necessário recordar alguns detalhes sobre mim para a história de hoje.

 

Sou primeiro-tenente do Exército, filho único de um empresário italiano e de mãe brasileira. Nasci em São Paulo, mas passei a infância em Roma, retornando por volta dos18 anos de idade.

Na Itália, aprendi o quanto é bom ter uma boneca na cama – e, quando me tornei cabo, já no Brasil, tive o prazer de experimentar uma autêntica e fogosa travesti nacional, a “sargento” Cláudia.

Poucos sabem, entretanto, que aquela não foi minha primeira experiência por essas bandas – e vocês verão por quê.

Quando retornei ao Brasil com minha família, não foi difícil fazer amizades na vizinhança. Morávamos num bairro com uma farta população de ítalo-descendentes.

Ao lado de minha casa, havia um jovem chamado Christian. Ele tinha uma irmã espetacular, Priscila, garota de pele branca e cabelo castanho-claro. Já Chris era loiro, tímido e um tanto inocente para a idade, mas era boa pessoa, e rapidamente viramos amigos.

Em toda a minha vida, jamais me senti atraído por outro homem. Chris, entretanto, tinha algo de diferente. Quando estávamos juntos, ele me olhava de um jeito quase feminino. Eram olhos de desejo, e, na verdade, Chris era mesmo um menino bem delicado.

Seus lábios eram carnudos, e ele quase não tinha pêlos. Não era muito alto, mas exibia uma estrutura longilínea. As mãos eram delicadas e até a voz não era tão grossa quanto as dos demais garotos.

Tudo isso somado fazia com que Chris fosse alvo de piadas e zoeiras por parte de outros rapazes. Eu geralmente o defendia e acho que daí surgiu um interesse que ele não conseguia mais disfarçar.

Para minha surpresa, aquela tensão começou a me deixar excitado – e preocupado. Entretanto, me tranqüilizei quando comecei a sonhar com Chris trajando roupas sumárias, com pequenos seios e formas mais arredondadas.

Percebi, afinal, que não me sentia atraído por outro homem, mas pela idéia de transformá-lo em uma boneca.

Tudo aconteceu num dia em que estávamos na casa dele, sozinhos, jogando videogame. Chris estava tenso, e percebi que tentava me dizer algo muito importante. Eu já sabia o que era e resolvi facilitar as coisas.

– Não precisa enrolar mais, Chris. Sei que você tem tesão em mim. – Não, n-não é isso – começou a gaguejar.

– Sei que é. Você é louco por isso aqui – e apertei com força meu pau por sobre a bermuda que estava usando.

O olhar de Chris o denunciou – e sua mão trêmula foi de encontro às minhas pernas. Eu a retirei bruscamente. Percebi seu medo.

– Não se preocupe. Não vou te bater. Só que tem uma coisa, cara. Não curto homem. Se você quer isso – apertei o pau de novo –, vai ter de virar menina.

Chris me olhou, espantado.

– C-como assim?

Agarrei aquela “mocinha” pela gola e disse, olhando dentro dos olhos dele.

– Vamos pro quarto da sua irmã!

Chris tremia, e logo percebi que não seria difícil transformá-lo numa gatinha submissa. No quarto, perguntei onde Priscila guardava a lingerie. Minutos depois, havia separado um conjuntinho de saia rodada branca, blusinha de manga comprida da mesma cor com um laço que se amarrava logo abaixo dos seios, mostrando a barriguinha. Peguei também um conjunto cor-de-rosa de calcinha e sutiã meia-taça – e joguei tudo em cima dele.

– Veste isso e vê se esconde esse pau.

Hoje, você será uma fêmea e vai dar gostoso o rabinho pra mim. Vou estourar todas as suas pregas e depois você nunca mais vai voltar a ser homem!

Chris estava atônito. Tentou balbuciar alguma coisa.

– Agora! – gritei – E vê se põe o perfume da Priscila e faz uma maquiagem decente também!

Bati a porta do quarto com força e esperei do lado de fora. Minutos depois, uma batida anunciou que ela já estava pronta. Quando abri, dei de cara com uma bonequinha espetacular. Chris era agora uma loira sexy, de coxas grossas e olhar fulminante, muito cheirosa. Ao ver aquela cena, meu pau quase rasgou a bermuda.

Pulei pra cima de Christiane – seu novo nome – e passei a mão nas pernas torneadas e no corpo lisinho (sem eu mandar, ela tinha tirado os poucos pêlos que existiam!).

Christiane hesitava entre se entregar e resistir à sua nova condição. Então, dei-lhe um tapa na cara para ela saber seu lugar.

– Você é uma putinha agora! Pára de frescura e me chupa!

Tirei minha pica pra fora e forcei o pescoço da loira pra baixo. No início, ela foi sem jeito, mas logo chupava como uma gazela faminta. Fiquei a ponto de gozar – mas não podia deixar de experimentar aquele rabinho.

Puxei Christiane pelos cabelos e a joguei na cama da irmã. Arrebentei sua calcinha com as mãos e vi que ela estava excitada, um pau de pequenas proporções. Coloquei-a de quatro.

Lambi o cuzinho e mandei que ela rebolasse. E então... Mirei a pica e enfiei até o talo! Christiane deu um urro, e eu tapei sua boca.

Puxei de novo os cabelos e mordi sua orelha. Foi uma delícia ver sua carinha de dor. Ela, entre gemidos e lágrimas, me pediu pra ir um pouco mais devagar. Neguei.

– Fica quieta, putinha. Não vai sobrar prega nesse rabo! Quem é o macho aqui, diz!

Ela não tinha mais como resistir.

– É v-você!

– E você, o que é? Diz, vagabunda!

– Uma menininha.

– Mais alto!

– Menininha!

Ao ouvir aquilo, dei uma estocada mais forte e gozei. Minhas bolas arremeteram contra a bunda de Christiane.

Ela também gozou, sem nem tocar em seu pauzinho.

Quando tirei meu pinto, vi descer muita porra com um pouco de sangue.

Christiane caiu exausta na cama e estava preocupada em como explicar a calcinha arrebentada.

– Isso é problema seu! Agora, vai tomar um banho. Te quero sempre assim, menina... Bem gostosa.

Larguei Christiane lá. Transamos outras vezes, sempre quando estávamos a sós em sua casa. Ela já me recebia bem vestida e se tornou incomparável na arte da sedução.

Foi assim por alguns meses, até eu entrar na escola militar. Quando saí, soube que Christiane havia posto silicone – e que era uma das travestis mais requisitadas de uma conhecida avenida em São Paulo.

 


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