[PASSIVAS] -

Tarde da noite

CONTO ERÓTICO

Tarde da noite

 

por Arnaldo Brecchia

 

Foi mais um dia daqueles: reuniões, compromissos, reclamações do chefe, trabalho até tarde. Eram quase 23h quando consegui pisar fora do escritório, no centro de Sampa. A noite estava quente, minha cabeça também. Resolvi tomar um chope.

O bar estava vazio: apenas eu e uma morena de cabelos longos no balcão. Sentei ao seu lado e puxei papo. Sem segundas intenções, de verdade – estava cansado pra isso. Conversei com Clarice – esse era o nome – por quase uma hora e me levantei pra ir embora.

– Fica mais – disse ela.

– Não posso, de verdade. Tenho de estar aqui amanhã às 6h para outra reunião, e já passa da meia-noite.

Clarice, então, me fez uma proposta: passar a noite em seu apartamento, ali perto, para não ter de ir até minha casa, bem mais longe. Eu estava cansado, mas não louco: aceitei na hora.

Quando ainda subíamos as escadas, a morena me beijou. Fiquei maluco! Coloquei a mão entre suas pernas e comprovei o que já suspeitava: Clarice era uma boneca. Minha noite, até havia pouco, horrível, começava a melhorar. Afinal, sou um admirador confesso dessas “mulheres especiais”.

Abaixei-me ali mesmo e admirei seu membro, que ainda não estava completamente ereto. Coloquei-o na boca, e ela pareceu gostar daquele carinho. Seu pau ficou duro no mesmo instante. Chupei com vontade, a boca molhada, até o final. Ela gozou jatos e mais jatos de porra grossa, que engoli com prazer.

As pernas de Clarice amoleceram... Ela estava entregue – mas agora era a minha vez. Rapidamente, introduzi um dedo em seu cuzinho, para deixá-la mais relaxada, enquanto colocava a camisinha. Clarice ficou de quatro na escadaria, e enfiei o cacete com força, em uma estocada só.

Ela gemeu alto, quase um grito, mas não pediu que eu parasse – e eu a fodi com vontade, quase com raiva. Ela olhava pra trás e não conseguia esconder o prazer.

– Me avisa quando for gozar. Vou fazer uma coisa bem gostosa pra você – disse.

Na hora em que eu não aguentava mais, ela começou a chupar devagarinho. Prolongou o prazer por cinco, dez minutos talvez. Toda vez que sentia que eu ia explodir, parava, me fazia sofrer e recomeçava. Até que sentiu dó de mim e chupou com vontade, até o final.

 

Gozei como nunca. A porra era tanta que ela não conseguiu conter tudo em sua boca e escorreu pelos lábios. Parou, engoliu tudo calmamente, recolheu as gotas que haviam caído em meu saco, engoliu de novo – e continuou chupando, por muito tempo. Eu estava entregue.

Subimos, tomamos banho, dormi algumas horas e voltei ao trabalho. Meu chefe certamente estranhou minha pontualidade aquele dia, em uma reunião tão cedo da manhã – e nunca, nunca entendeu por que eu não parei de sorrir, mesmo nos momentos em que ele me dava as piores broncas...


Obs.: recomendamos práticas seguras em qualquer contato sexual.


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