[TRAVESTI COM MULHER] -

Sonho de consumo

CONTO ERÓTICO

Sonho de consumo

por Ana Vanessa

Desde que me entendo por gente, sempre preferi mulheres. Meus pais, muito conservadores, estranharam: não são todos que estão preparados para ter uma filha lésbica. No entanto, depois de alguns anos, até aceitaram minha namorada, Mara, frequentando nossa casa.

Mara foi um achado. Ruiva, de pele rosada de tão branquinha, lábios carnudos e vermelhos, sardas aparentes no rosto e seios empinados e durinhos, foi atração à primeira vista... E dali para o amor foi um pulo. Ela também me chamava a atenção por ser sexualmente liberada. Bissexual, poucas vezes conheci uma mulher que tivesse tão poucas amarras em se tratando de prazer.

Foi Mara que me levou a experimentar o que vou contar agora: minha primeira transa com uma travesti! Isso mesmo... Se você é daqueles que pensa que as categorias sexuais estão todas definidas e separadinhas, está na hora de rever seus conceitos. Confesso que eu, lésbica, já experimentei um pau duro – e foi num outro corpo de formas femininas.

Michele, a travesti, era amiga de longa data de Mara... Eu a conheci em um fim de semana frio de agosto e, sem que eu soubesse, ela e minha então namorada já haviam "se pegado" alguns anos antes. Bom, eu sempre estive ciente que Mara curtia, além de uma chana molhadinha, um membro bem duro... Mas, até então, nunca havia imaginado que com alguém do "terceiro sexo"...

Tudo aconteceu quando, após seis meses de namoro, comecei a sentir minha namorada mais fria. Quando transávamos, ela ainda era a mesma Mara de sempre: vulcânica, gulosa, sem-vergonha e que me fazia gemer e gozar, úmida, em sua mão e boca... Mas as vezes em que isso acontecia diminuíam – e ela simplesmente não parecia mais se satisfazer com os brinquedinhos que, vira e mexe, usávamos nas nossas transas.

Um dia, depois que insisti, ela me confessou o problema: queria um pau de verdade. Apaixonada, pensei em chamar um conhecido que, como dez entre dez homens, tinha o sonho encantado de transar com duas gatas, mesmo eu não sentindo qualquer atração por homens – e, por sinal, gatas é o que somos... Afinal, eu, morena, tipo mignon, de pernas grossas e bumbum durinho, não sou de se jogar fora.

Foi aí que Mara me confessou seus "pegas" com Michelle – e me disse que preferia que fosse alguém de confiança, como ela... Além de que, por ter formas femininas, também me faria sentir prazer.

Passei uns três dias chateada, mas, com o tempo e muita conversa, fui comprando a ideia. Michelle se prontificou a nos ajudar sem problemas, e, na data marcada, um sábado, ela foi à casa de minha namorada e nos encontrou as duas lá, as duas já de calcinha e sutiã. Eu, nervosíssima.

Michelle, uma travesti loura e alta, de mais de 1,80 m e formas exuberantes – que punham no chinelo as medidas minhas e de minha namorada –, foi carinhosa. Começou conversando um pouco para quebrar o gelo, perguntou se eu estava mesmo preparada para aquilo e, quando eu respondi que sim, me pegou de jeito e me tascou um beijo molhado na boca.

Foi uma sensação inteiramente nova... Michelle era realmente a síntese entre homem e mulher. Eu me sentia levada por alguém de mãos pesadas e fortes, mas, ao mesmo tempo, sentia as unhas compridas e a pele lisa e delicada. Deixei-me levar por aquela sensação e, entusiasmada, observei Mara se aproximando e rasgando minha calcinha. Sem hesitar, ela meteu minha chaninha rosa em sua boca e, com os movimentos de língua, me fez gemer enquanto eu beijava Michelle.

No momento seguinte, tive a visão mais curiosa da noite. Michelle deixou de me beijar e forçou minha cabeça de encontro à sua calcinha. Quando cheguei perto, me deparei com um membro imenso, de cabeça brilhante e babenta, que me convidava a chupá-lo.

Surpreendentemente tomada de tesão ao ver tanta masculinidade entre seios firmes e pernas grossas e lisas e já estimulada pela minha namorada, não pensei duas vezes: meti a boca, seguindo a instruções de Michelle, que me ajudava em minha inexperiência e alternava tudo com gemidos: sinal de que eu estava sendo uma boa aluna.

De repente, senti o membro da travesti pulsar... E, pela primeira vez na vida, senti o gosto de sêmen na boca. Michelle havia gozado e inundara minha boca com um líquido branco, espesso e surpreendentemente adocicado ao meu paladar – mas, para minha surpresa, seu membro não abaixou. Simplesmente, ela pegou uma camisinha de sua pequena bolsa preta e brilhante, encapou-se e se dirigiu à Mara, que ainda me chupava... E, sem dó nem piedade, enfiou todo o mastro em minha namorada, como se já houvesse feito aquilo muitas e muitas vezes.

Mara, safada! Gritou, mas não pediu para parar – e, estupefata, percebi o quanto ela estava molhada, e o pau entrava e saía com facilidade de sua bocetinha, que tantas vezes eu tinha lambido.

A visão foi demais para mim, e gozei na boca de minha namorada, que, como tivesse cumprido sua missão para comigo, agora se concentrava em rebolar no mastro de Michelle. Percebi quando Mara estremeceu de gozo e olhou para mim, satisfeita e apaixonada, por eu permitir que realizasse seu desejo bi: uma chana e um pau só para ela...

Aguardei, pensando que Michelle gozaria a segunda vez com Mara... Mas estava enganada. Nossa amiga trava tirou uma nova camisinha da bolsa e, como uma caçadora prestes a abater sua presa, veio para cima de mim, sedenta de sexo.

Fiquei assustada: nunca havia sido penetrada. Tentei fugir, mas fui detida por um beijo de Mara, que me desarmou. Sabendo-me virgem, Michelle foi, então, compreensiva: virou-me de costas e, com a língua grande e molhada, untou de baba meu cuzinho: recusava-se a estourar meu cabacinho lésbico.

Quando seu cacete começou a adentrar minhas carnes por trás, senti uma forte dor e pensei que não aguentaria. Novamente, Mara entrou em ação e, com seu beijo e seus carinhos, me fez relaxar... Quando percebi, Michelle já me bombava com toda a força e eu sentia um prazer que jamais experimentara.

Mara agora voltava a chupar a minha chaninha, enquanto batia uma siririca para si... Michelle enfiava cada vez mais fundo... E eu, tomada de prazer, rebolava sem controle, de quatro para ela...  E foi assim, as três quase juntas, que gozamos novamente. Duas vezes cada uma, numa orgia de fêmeas de diferentes tipos.

Depois desse dia, passamos a nos encontrar uma vez por semana. Depois, duas, três vezes... Agora, me mudei da casa de meus pais e moro com Mara. Michelle também veio – e, realizando o que sabemos ser o sonho de consumo de muitos homens, namoramos as três, lindas e felizes, fazendo inveja aos rapazes que nos desejam.

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