[PRIMEIRA VEZ] -

Só provando pra saber

CONTO ERÓTICO

Só provando pra saber

por Roberto Prada

Não sou um sujeito dos mais sociáveis. Não tenho muitos amigos, apenas alguns poucos – e bons. Como o Alcides, por exemplo, velho companheiro de trabalho no escritório (sou sócio de uma firma de advocacia).

Alcides não é advogado, mas responsável por nosso setor de contabilidade. Desde o começo, viramos companheiros e, sempre que possível – e os compromissos de trabalho permitem –, saímos juntos para almoçar. Ele é ótima companhia, cara engraçado, brincalhão.

É claro que, nas conversas entre dois homens, em qualquer lugar do mundo, um assunto não pode faltar: sexo. Como trabalhamos perto do centro financeiro de São Paulo, nós nos divertimos olhando para as belas executivas e jovens estudantes que por ali passeiam. Não raro, elas viram a “pauta” de nosso almoço.

Acontece que estou em outra fase da vida. Já estou perto dos 40 anos e vi boa parte do que alguém pode ver. Não sou rico, mas tenho uma situação de vida confortável e me considero um homem bonito.

Com essas características, nunca me faltaram mulheres, de todos os tipos, de todas as cores. Já fui, inclusive, casado uma vez. Tive muitas namoradas, desde a época da faculdade de Direito, além de possuir, é claro, uma boa experiência quando o assunto é sexo: já transei com duas mulheres, até três mulheres ao mesmo tempo; já fiz sexo no banheiro de uma casa noturna e encostado em uma árvore, no meio da rua. Pouca coisa me surpreende.

Há alguns meses, Alcides me contou algo inédito. Havia conhecido uma bela mulher, em uma festa tarde da noite. De formas avantajadas, um belo bumbum, carnudo, bonitas pernas, coxas grossas, seios fartos, mas duros, em pé. Era grande, com mais de um 1,80 m.

Ele já estava “alto”, havia exagerado na cerveja e tomado algumas doses a mais de caipirinha. Começaram a conversar, e Alcides a achou extremamente inteligente, mulher interessantíssima. Chamou-o para tomar um café em seu apartamento. Alcides foi imediatamente.

Subiram, conversaram mais um pouco, tomaram o prometido café. Ela saiu, foi ao quarto e retornou, vestida com uma bonita meia calça, espartilho e tudo mais que um homem pode sonhar.

Nesse momento, ele não conseguiu mais raciocinar. Foi ao seu encontro, beijou-a com força, encostou-a na parede. Arrancou suas roupas com voracidade, deixando por último a calcinha.

Por fim, a surpresa. Aquela bela mulher, que o havia enfeitiçado durante a noite inteira, era, na verdade, uma travesti – mas, para meu espanto, Alcides me disse que continuou beijando, apertando, mordendo a morena espetacular. Treparam durante horas, de todas as maneiras possíveis, e ele me dizia não haver coisa melhor no mundo.

Durante dias, não consegui nem conversar direito com meu colega. “Como pode?”, me perguntava. Aos poucos, porém, sua insistência foi vencendo minha posição conservadora. Combinamos de sair, nós três juntos. Sim, eu, Alcides e Rosana, a bela travesti, agora amante de meu amigo.

Nós nos encontramos em um bar, perto do nosso local de trabalho. Eu estava nervoso, não sabia o que esperar, mas o papo corria fácil. Realmente, Rosana era uma pessoa fascinante. Conversava com desenvoltura sobre qualquer assunto.

Eu, porém, não conseguia relaxar. Resolvi começar a beber algumas doses de uísque, minha bebida preferida, para tentar ficar um pouco “mais solto”. Alcides percebeu minha situação e resolveu me ajudar. Sugeriu que fôssemos a seu apartamento, não distante dali, para que pudéssemos ficar mais à vontade e continuar o papo. Fomos.

Ao chegarmos, sentamos no sofá. Alcides foi preparar algumas bebidas. Ficamos a sós, eu e Rosana. Eu continuava tenso, e ela notou. Sentou-se mais perto de mim e colocou a mão sobre minha coxa.

Senti um frio na espinha. Não sabia mais o que fazer. Queria ir embora, mas aquela mão macia e quente me impedia. Ficou acariciando minha perna durante muito tempo, até que chegou à virilha. Nesse momento, me surpreendi com meu cacete extremamente duro. Ela começou a abrir minhas calças. Não conseguia mais me mover.

Tirou o membro para fora e começou a bater uma punheta. Nunca havia sido tão bom! A mão hábil fazia tudo em um ritmo gostoso, quase hipnótico. Senti a temperatura aumentar, estava quase gozando. Pedi para parar. Não ia agüentar. Ela riu, parou por um tempo. Tirou a mão e voltamos a conversar.

Foi quando notei que Alcides estava próximo à porta, apenas observando o que acontecia. Ele chegou, colocou os copos sobre a mesa e mandou que Rosana não parasse. Na verdade, pegou a cabeça da morena e a levou até meu pau. Ela começou a chupar, obediente, em silêncio – e Alcides continuou assistindo.

Com uma das mãos, Rosana masturbava minha rola e, com a boca, molhava, lambia, chupava e me fazia ver estrelas. A outra mão passeava por meu saco e, vez ou outra, seu dedo médio brincava perto de meu cu. Avisei que ia gozar, se não parasse.

Quando ela ameaçou parar, Alcides disse que não, que continuasse chupando até que eu chegasse ao orgasmo. Mais alguns minutos, aquela sucção deliciosa, e não consegui mais suportar. Gozei, gozei como nunca havia gozado na vida. A cada jato de porra, olhava Rosana, que, em silêncio, recebia todo o sêmen na boca. Quando terminei, ela engoliu tudo que eu tinha lhe dado. Meu colega apenas sorria.

Tenho que dar o braço a torcer. Nunca tive uma experiência como aquela. Chega a ser engraçado, mas aquele simples boquete foi melhor do que toda a minha vida sexual até então.

Talvez seja apenas o “sabor da fruta proibida”, mas só eu sei o que senti. Aquele dia abriu um novo horizonte para mim, uma outra vida sexual, cheia de descobertas e novas possibilidades. De lá pra cá, foram muitas experiências diferentes, e uma melhor que a outra.


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