[CARNAVAL] -

Simplesmente perfeita

CONTO ERÓTICO

Simplesmente perfeita

por Lauro Maia

Eu nunca curti Carnaval. Pra dizer a verdade, sempre fugia no feriado para um lugar mais calmo. Até porque, nem sambar eu sei! Mas, naquele Carnaval, não teve jeito. Eu estava sem grana pra viajar e meus amigos tiveram a “brilhante” ideia de irmos todos a um baile. “Uma pechincha”, disseram eles.

A emoção começou na hora de pôr a fantasia. Nunca tinha usado nenhuma, mas, como eles insistiram... Diziam que seria divertido e que eu podia catar várias gatas. Sozinho, é que não ficaria. Peguei a de pirata. Parecia mais confortável.

No baile, a quantidade de gente era incrível. Parecia que toda a cidade estava lá. Muita gente bonita, tenho que confessar, e algumas fantasias bem bacanas. A minha era simples, mas ok... Eu me sentia bem.

Dancei, bebi... Me diverti pacas! E, pra minha sorte, realmente, chovia mulher. Todas bonitas e gostosas – mas teve uma que me chamou a atenção desde o início. Morena, cabelos bem escuros, alta, pele bem clara, magrinha, delicada... Demais!

Cheguei junto e comecei a xavecar. No começo, ela se fez de difícil, mas depois se soltou.

Papo vai, papo vem, começou a rolar um clima. De cara, perguntei se a gente podia ir pra um lugar “mais calmo”. Ela concordou.

Claro que levei a gatinha pra casa. Morava sozinho, não tinha por que não. Ofereci uma cerveja, mas ela não quis, e aí nos sentamos no sofá e começamos a nos agarrar. Meu pau ficou duro como pedra, e parecia que não ia mais voltar ao normal.

Devagar, a morena começou a puxar minha calça de “pirata” e tirou minha cueca. Quando viu minha vara, não resistiu: caiu de boca! E que boca! Parecia de veludo. A gata ia da base à cabeça, e vice-versa. O melhor boquete da minha vida!

Antes que eu esporrasse nos lábios dela, decidi retribuir o favor. Com toda aquela desenvoltura, a gata devia estar molhadinha, pronta pro abate. Levantei a sainha de militar e – caraca! – em vez de uma chaninha gulosa, uma outra pica dura e brilhante surgiu na minha frente. Tinha catado uma boneca sem nem perceber.

Quando viu minha reação, Alícia – o nome dela – ficou sem graça. “Você não gosta? Desculpa, eu devia ter falado, mas, se você preferir, vou embora”.

Até eu me espantei com o que fiz. “Imagina, gata, gostei de você! E você é muito gostosa”. Mandei às favas meus preconceitos e continuamos de onde paramos.

Fiquei de joelhos, de frente para o pau de Alícia e, sem cerimônia, comecei a mamar. Foi bastante estranho no começo, já que eu não tinha experiência, mas fui pegando o jeito – e os gemidos da boneca não deixavam dúvida disso.

Alícia não se fez de rogada. Ficou de quatro no sofá, pedindo pica. Pus a camisinha no meu pau e meti vara, sem dó, no cuzinho quente e apertado.

Eu me empolguei. Enquanto metia, puxei os cabelos dela, e ela gemia cada vez mais. “Vou gozar!”, gritei. A morena prontamente se abaixou, com a boquinha aberta. Gozei litros na boca da safada, e ela engoliu tudo. Não deixou passar nenhuma gota!

Alícia foi uma das melhores fodas da minha vida – e a primeira de muitas. Agora, até namoramos! E eu já experimentei outras coisas, mas isso é assunto pra outra história...

Como tratar uma boneca: 10 dicas para T-Lovers iniciantes

Hoje em dia, muito se comenta sobre os T-Lovers, termo que designa os homens que gostam de travestis e transexuais.

LEIA MAIS

Dicas para sair em segurança e curtir com uma t-girl

Dicas importantes para sair em segurança com uma T-girl e curtir sem dor de cabeça

LEIA MAIS

Passivos com travestis: uma soma de prazer

Fabrício M., 22 anos, e Sergio L., 24 anos (nomes fictícios), têm duas coisas em comum: ambos são fascinados por travestis – e, quando transam com uma, gostam mesmo é de ser passivos.

LEIA MAIS

Operadas

No lugar do pênis, surge uma neovagina - e aí? O que muda nas vidas delas?

LEIA MAIS

Muito sexo alarga o ânus?

Três vezes por dia e muito tesão: transar demais causa problema "lá"?

LEIA MAIS

Copyright © 2013 - TranSites - Termos legais. É proibida a reprodução do conteúdo deste website em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização da TranSites.