[PRIMEIRA VEZ] -

Senhora da sacanagem

CONTO ERÓTICO

Senhora da sacanagem

por Vanderlei Morgado

Ah, Vilma. O tempo passa, mas as boas lembranças ficam. Separada, pelo menos era o que diziam, Vilma era uma das dezenas de mulheres daquele bairro em que vivi minha adolescência. Costumava passar os finais de tarde batendo papo em frente ao portão de sua casa, enquanto a garotada se divertia pela vizinhança. Coisas de cidade de interior.

Morena, esguia e muito simpática, nunca se importou que a molecada entrasse em sua casa para brincar, ora para jogar videogame, ora para assistir a um filme sempre regado a muito refrigerante e pipoca. Tratamento VIP.

O tempo foi passando. As crianças ficaram adolescentes, os adolescentes viraram adultos; mas a amizade continuou. Nas festas, nos passeios, nas viagens... Ela sempre estava lá com a rapaziada, rindo, bebendo, brincando. Era ótimo! Aos poucos, porém, comecei a notar algo de “estranho” em um grupinho de rapazes mais velhos.

Sempre à sua porta, esses jovens conversavam horas e horas com ela. Muitas vezes, até dormiam lá, por conta de uma bebedeira ou devido ao horário tardio para andar pelas ruas de Ribeirão Preto – mas ela fazia questão de estar com eles.

A atitude despertava a malícia da vizinhança. Todo mundo já dizia que ela dava pros caras. Quis, então, tirar essa história a limpo. Se fosse verdade, quem sabe não haveria chance de eu realizar o sonho de comer aquela mulher a quem secretamente dediquei tantas punhetas?

Criei uma estratégia: no dia seguinte, fiquei de ouvido no papo dos meninos, escondido atrás de um caminhão estacionado nas proximidades. Apesar da amizade com eles, não queria demonstrar minhas intenções.

– Falei pra você que era assim – dizia Alessandro, um dos rapazes mais velhos do grupo.

– Cara, você não tem noção do que ela me fez! – contava Rogério, superempolgado.

– Demorou pra você chegar junto. É festa garantida – aconselhava Ricardo a Samir.

Era tudo que eu precisava ouvir! Fiquei extasiado só de pensar na possibilidade de trepar com aquela mulher deliciosa, de seios fartos e corpo macio. Só faltava armar a oportunidade. Pensei em qualquer coisa e fui à luta. A ansiedade era grande.

– Oi, meu anjo! Tudo bem? – me cumprimentou Vilma, em tom amistoso.

Ela estava delicadamente vestida com uma saia, coxas à mostra e uma pequena blusa que realçava os grandes seios. Sem graça, fiquei mudo durante alguns instantes, mas tomei coragem e fiz uma proposta.

– O pessoal não vem para assistirmos a um filme?

– Acredito que os meninos deem uma passada daqui a pouco, mas fica aqui, fiz uma canjica. Não quer provar?

De portas já fechadas, dentro de quatro paredes, eu e Vilma estávamos literalmente sozinhos, comendo canjica.

– Que filme você trouxe? – perguntou, muito interessada.

Novamente, fiquei hesitante, completamente mudo.

– Pra falar a verdade, não trouxe nenhum filme.

Sem graça, resolvi mudar de assunto.

– E os meninos? A que horas chegam?

– Não vão chegar. Ninguém vem – respondeu Vilma, com um olhar malicioso.

Tudo já estava claro. Vilma começou a alisar meu pau com força e beijou minha boca intensamente.

– Deita, moleque – ordenou.

Deitei-me, já sem cuecas. Vilma jogou a canjica que me havia oferecido em cima do meu pau, já bastante duro – e começou a chupar, chupar, chupar. Não parava mais.

Nua, lambuzada de canjica, ela tinha o controle da situação. Eu estava adorando aquela sacanagem e fazia tudo que ela me pedia com o maior prazer.

– Vem. Eu quero que você me chupe.

Quando tirei sua calcinha, mal pude esconder minha surpresa: ela era uma boneca. Naquele momento eu não podia voltar atrás e desperdiçar a oportunidade de provar do que meus amigos tanto elogiavam.

Chupei aquele mastro rijo e adocicada como se fosse uma criança. Nunca provei uma canjica tão gostosa como a da Vilma!

– Agora, me coma, seu safado! – ordenou.

Vilma gemia como uma gata no cio. Parecia gostar muito da nossa traquinagem. Súbito, a campainha tocou. Pude ver pela fresta da cortina quem chegava. Eram os rapazes de sempre.

Ela não queria saber. Cavalgava como uma amazona enlouquecida em meu pau. Seu perfume, olhar e movimentos me deixavam a ponto de gozar – mas eu segurava tudo que podia. Como todo homem bom de cama, queria esperar que ela se satisfizesse primeiramente ou que gozássemos juntos.

A campainha tocou de novo. Vilma, de quatro, em cima da mesa de jantar. Eu não parava mais de enfiar naquele rabinho lubrificado de tanto tesão, canjica e saliva – tudo misturado. Os meninos eram insistentes, mas nada me faria parar de foder aquela boneca.

– Agora, mais forte – exigiu.

A partir daí, os gemidos ficaram mais altos. Comecei a me preocupar com a vizinhança. Sabe como é o povo de cidade de interior... Mesmo assim, não parava. Meu pinto entrava e saía sem parar daquele rabinho apertado.

Dei uma, duas, três bombadas. De repente, estava totalmente melecado. Cheguei até a pensar que ela tinha mijado em mim, mas era gozo puro, que logo se misturou à minha porra – e a campainha continuou tocando...

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