[PRIMEIRA VEZ] -

Minha primeira vez com uma boneca

Minha primeira vez com uma boneca

por Rubens J. – leitor

Eu já transei com uma travesti. O curioso sobre isso é que eu nunca nem havia me imaginado transando com nenhuma delas. Sempre fui aquele heterossexual cabeça-dura. Só queria saber de boceta. Mas um dia, numa festa...

Eu conheci uma travesti. Amiga de um casal amigo meu. Na festa de aniversário de casamento deles, a travesti estava lá, chamando atenção de todos com sua beleza exótica, usando um belo vestido azul que lhe deixavam as costas nuas. Ela bebia e conversava com os convidados tranquilamente, toda feliz, dando bastante risada.

Ela parou na rodinha de conversa em que eu estava e se apresentou. “Meu nome é Bruna”, disse com sua voz macia. Eu tinha ficado na dúvida a festa toda (“É travesti ou mulher desde nascença?”), mas quando ela chegou, eu percebi.

Simpática, conversamos bastante sobre uma infinidade de assuntos. Livros, trabalho, festas, etc. etc. Quando dei por mim, meu pau estava duro. Eu a desejava e tinha certeza disso: não estava bêbado e ela também não. Saímos da festa e fomos ao terraço fumar. Não pensei duas vezes ao chegar junto de Bruna e lhe dizer no pé da orelha: “Vamos transar no meu carro?”. Ela disse sim.

No carro, a pegação começou. Ela colocou meu pau para fora da minha calça e começou a bater uma para mim. Enquanto isso, eu tinha meu rosto entre os seios dela. Fartos, macios e belíssimos. Ela estava sentada no meu colo. Estávamos no banco de trás do carro.

Coloquei minha mão no pau dela. Até aquele momento, nunca havia colocado a mão em qualquer pau que não fosse o meu. E eu adorei o pau dela. Tamanho médio, rosado, todo babão, e bem rijo com um quê de agressividade. Sem um pelo pubiano. Percebi, naquele momento, como esse pau e aquele corpo maravilhoso dela são uma ótima junção.

Bati uma punheta para ela, chupei o cu e o pau dela, os seios dela, os ombros dela. Cada centímetro dela me parecia ser delicioso – e era. Saquei uma camisinha da minha carteira e Bruna a envolveu em meu pau. Mesmo sem um lubrificante à mão, decidimos fazer. Ela encaixou meu pau no cu dela e sentou até o fim, gemendo, adorando a sensação. “Não preocupe”, disse entre gemidos. “Adoro assim. Hard.”

E foi hard. Nosso tesão era gigantesco. Ela subia e descia no meu pau com vontade, de um jeito que nunca uma mulher fez. Ela me chupou, me beijou e olhou nos meus olhos de um jeito que nenhuma mulher fez. E eu gozei de um jeito que nunca havia gozado. A sensação que eu tive foi a de perder a virgindade pela segunda vez.

Gozei tanto! Meu pai ficou encharcado de porra dentro da camisinha. E ela gozou bastante também. Os gemidos, a respiração ofegante dela e a intensidade da bunda dela no meu pau deixaram isso claro.

O mais legal disso tudo, é que nosso relacionamento foi além dessa aventurinha. Evoluiu bastante. Encontramos-nos mais vezes, transamos mais vezes. Saímos para jantar, ir ao cinema... Mas o tempo passou e ela terminou o relacionamento. Estava apaixonada por outro cara. Não foi tão doloroso, mas me bateu um baita ciúme. Eu havia perdido uma companhia e um sexo e tanto!

Sobre esse outro cara... Bem... Sortudo. É o que tenho para dizer.

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