[ORGIA] -

Despedida em grande estilo

 

CONTO ERÓTICO

DESPEDIDA EM GRANDE ESTILO

 

por Arley Rocha

 

E, finalmente, o Paulinho ia se casar. Logo ele, um tremendo boa vida, ia agora “sossegar”, como ele mesmo dizia. Eu, que o conheço desde moleque, decidi que o levaria a uma despedida de solteiro inesquecível...

Busquei meu amigo na saída do trabalho. Paramos pra tomar umas num boteco por ali mesmo, só pra esquentar. Depois de meia dúzia de cervejas, descemos em direção ao centro, onde um bar ficou famoso por promover, toda semana, uma festa em que só eram convidadas as travestis mais gatas da cidade.

Paulinho ficou surpreso: nunca havia saído com uma travesti – mas pareceu gostar da novidade, já que, em poucos minutos, estava abraçado a uma mulata e uma loira, do jeito que todo homem gosta: bundas redondinhas, gostosas, coxas grossas, peitos grandes, bocas carnudas.

Puxei uma morena pela mão e resolvi me juntar ao grupo. Descemos todos em direção ao hotel da esquina. Mal entrou, Paulinho se sentou na cama, enquanto suas duas gatas dividiam seu cacete. As línguas se enroscavam, subiam, desciam. Elas chupavam seu saco, lambiam a cabeça... Ele estava louco.

Minha morena cavalgava meu pau, bem gostoso, bem devagar, enquanto eu segurava seu cacete e lhe batia uma punheta – mas eu queria fazer uma festa de verdade. Trouxe minha gata em direção ao trio e, puxando seus cabelos, coloquei-a para chupar o pau do meu amigo. A brincadeira estava pronta.

Passei a me dividir entre os cacetes das três gatas. Chupava o pau enorme e grosso da mulata, lambia a morena e a loira. Não demorou, e vi o Paulinho enchendo a cara das três de porra.

Eu, que não me aguentava mais, queria me divertir também. Puxei a mulata para o canto e engatei um gostoso 69. Seu cacete era grosso, suculento, a cabeça mal cabia na minha boca. Já ela engolia meu pau com facilidade e usava a língua quente como ninguém. Eu logo gozei, para a felicidade da gata, mas não deixei que ela se afastasse.

Enchi seu pau de saliva, a cabeça macia dentro da minha boca. Acelerei os movimentos e não parei até sentir o primeiro jato grosso de sêmen bater no fundo da minha garganta. Foram jatos e mais jatos de uma porra quente e viscosa, que quase não couberam na minha boca. Se fosse minha primeira vez com uma travesti, não teria conseguido, mas, experiente, engoli cada gota daquele líquido branco.

Cansado, sentei-me para assistir o Paulinho enrabado com força pela loira, enquanto minha morena socava o pau em sua garganta. Assisti até o fi nal, quando meu bom amigo foi coberto de porra pelos caralhos das duas deliciosas.

Quando o entreguei em casa, são e salvo, ele parecia satisfeito. “Você cumpriu sua palavra. Essa foi uma despedida inesquecível”, me disse, sorrindo. Amigo é pra essas coisas...


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