[MÉNAGE] -

Curso de sexo


CONTO ERÓTICO

Curso de sexo

por Ricardo Alvarez

Até que enfim, a palestra havia acabado... Mais um daqueles intermináveis cursos em que a minha empresa me coloca de tempos em tempos. A mim e ao Renato, do mesmo departamento que eu. “Vamos tomar uma cerveja para comemorar o fim dessa encheção”, disse ele.

Descemos a rua, no centro de São Paulo, encontramos um boteco agradável e sentamos para beber. Devia ser por volta de seis horas da tarde, não sei bem ao certo – e manda descer uma gelada, mais outra gelada, que chama a terceira... Quando nos demos conta, já era noite!

Olhei para a rua e notei que, do outro lado, diversas travestis faziam ali seu ponto. Não pude evitar: admirei aqueles corpos perfeitos, de formas mais harmoniosas que a maioria das mulheres, mas fiquei quieto. Renato, no entanto, pareceu ler meus pensamentos: “Dá uma olhada naquela morena”.

Concordei, meio sem graça. “Vamos chamá-la aqui”, continuou.

 

 

Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ela já vinha em nossa direção. Apresentações feitas – seu nome era Karina –, Renato convidou-a para sentar. “Não dá, gato. Tenho que trabalhar”, disse ela. “Calma. Senta aqui e relaxa. Nós somos seu primeiro programa de hoje”, disse Renato, para minha surpresa. Passado o susto, parei e pensei: “Ué, porque não? Um corpo fantástico, rosto perfeito... Com certeza, seria uma boa noite de prazer. Então, vamos!”.

O quarto era pequeno, como convém àqueles hotéis antigos do centro velho da cidade. Sem meias palavras, Renato se abaixa, tira o minúsculo calção de Karina, segura o pênis dela com as duas mãos e o enfia na boca. Ele salivava, chupava como se aquilo fosse tudo no mundo.

Um pouco atordoado com meu amigo, sentei-me ao lado. Karina abaixou minhas calças e começou a me chupar também. Formamos um trio. Eu, que sempre adorei que chupassem meu pau, não agüentei muito e enchi a boca carnuda e vermelha da boneca com um leite grosso, que ela não conseguiu segurar, deixando escorrer um pouco pelo queixo. Já Renato parecia estar em outro mundo e não parou enquanto não engoliu tudo que Karina gozava dentro dele.

 

 

Relaxei, sentei na outra ponta da cama e liguei a tevê. Poucos minutos depois, vi Renato penetrando Karina ferozmente, que fechava os olhos e mordia a boca de tesão. Não dava pra ficar de fora – mas, dessa vez, fui mais ousado: por que não um 69? Entrei embaixo da morena, comecei a chupá-la e coloquei meu pênis em sua boca. Tudo isso sem que meu amigo parasse o sexo – dessas coisas que só se vêem em filmes eróticos...

Mais alguns minutos, muitos gritos e gemidos depois, nós nos despedimos.

Faz coisa de dois meses, e o telefone de Karina ainda está em minha carteira. Estou guardando para o próximo curso da empresa. Não vejo a hora!


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