[PASSIVAS] -

Calcinha vermelha

CONTO ERÓTICO

Calcinha vermelha

por Sandro Arrombador

Olha, mas vejam só! Não foi que a Raquel esqueceu a calcinha em cima da minha cama? Nossa, que delícia! Calcinha vermelha me dá um tesão! E essa aqui tem um cheiro tão bom, tão especial. Cheiro de gata no cio, quente e gostosa...

Raquel nem sempre foi Raquel. Eu a conheci quando se chamava Raul e era meu amigo de longa data, ainda na faculdade. Ficamos tão próximos um do outro que, por alguns anos, não perdemos o contato nem depois de formados, como acontece com muita gente - até que ele sumiu.

Raul sempre foi um rapaz muito diferente. Loiro, cabelos compridos e dono de uma pele surpreendentemente macia para um homem, tinha lábios muito carnudos e rosados. Quem o visse sem prestar a atenção julgava se tratar de uma mulher, dada sua incrível androginia.

Por anos, meio que de brincadeira, meio sério, eu sugeri que ele virasse logo mulher de vez, mas ele fingia não entender. Até que, sete anos depois que nos formamos e dois que ele havia sumido, reapareceu.

Há alguns meses, sem avisar, um "ex-Raul" passou aqui em casa. Eu o reconheci de imediato por suas feições delicadas, o rosto fino, os cabelos loiros e os lábios de cor-de-rosa. No entanto, ele agora era Raquel, uma boneca com as curvas mais perfeitas que eu já tinha visto, que usava um impossível vestidinho florido, daqueles que marcam bem o corpo, a bunda, os seios.

Raquel disse que precisava de mim e perguntou se eu tinha aprovado a mudança. Eu já estava de saída para outro compromisso, mas claro que não podia deixar de elogiar sua "nova versão", muito menos negar ajuda a uma boneca daquelas, fêmea perfeita, que se construiu para agradar um macho.

Raquel sentou-se na minha cama, olhou bem para meu rosto, tirou a calcinha vermelha que estou cheirando agora e disse, sem rodeios: “Sandro, o negócio é o seguinte. Estou num tesão absurdo e sempre fui louca pra ser comida por você. Escolhi você para me iniciar e completar esta transformação. Você topa?”. Concordei na hora!

Dito isso, ela abriu as pernas e revelou um pauzinho pequenino e tão rosado quanto seus lábios. O cheiro, inebriante, era incrivelmente feminino e, sem pensar duas vezes, coloquei-o inteiro e sem esforço na boca.

Enquanto eu brincava com seu dote minúsculo, Raquel pegou no meu pau, por cima da roupa. Instantaneamente, comecei a mordiscar aqueles peitos tão grandes e durinhos, perfeitos, embora ainda estivéssemos vestidos.

Ela abriu a braguilha, colocou meu pau, grande e duro como aço, pra fora e, como uma autêntica fêmea no cio, pôs tudo na garganta. Quase gozei só de sentir meu pau entrando e saindo em meio àqueles lábios carnudos, abrindo passagem e fazendo com que ela se engasgasse.

A boca de Raquel era uma coisa de louco. Nunca ninguém me chupou tão bem. Parecia uma bezerrinha mamando. Que delícia! Não demorou até me pedir, gulosa e faceira: “Agora, vem, Sandro. Quero ver você arrombar meu rabinho”.

O que você faz diante de um pedido desses? Deitei aquela deusa na minha cama e beijei sua boca - afinal, eu tinha de ser carinhoso. Raquel sacou uma camisinha da bolsa, encapou minha vara e levantou as pernas, ensaiando um frango assado. Por fim, segurou meu pau e ela mesma o encaminhou ao ninho do prazer. Nada pude fazer senão atender seus desejos. Senti quando ela mirou o buraquinho virgem e meti sem dó nem piedade.

Ela soltou um gritinho delicioso, misto de dor e prazer: “Ai, Sandro! Que delícia! Me arromba! Me arromba!”. Ora, eu tinha de atender! Arremeti cada vez mais fundo naquele cuzinho ardente, de onde, se pudesse, não sairia nunca. Raquel adorou levar uma boa rola no rabo.

Gozei fartamente, mas eu não me perdoaria se deixasse de fazê-la gozar. Virei Raquel sobre a cama, levantei suas pernas mais uma vez e abocanhei seu dote! Que maravilha sorver o seu néctar, brincar com ele, ouvi-la gemer. Raquel começou a se contorcer e logo gozou na minha boca, feliz. Agora, não hesita em me procurar sempre que precisa de um “favorzinho” – e sempre com a calcinha vermelha, sua marca registrada...

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