[PRIMEIRA VEZ] -

Curiosidade saciada

CONTO ERÓTICO 



Curiosidade saciada


por Renato R. Melo

Quando são pegos com a boca na botija, há aqueles que dizem que foram enganados... Mas eu não. Sempre tive curiosidade em saber como seria transar com uma travesti, uma gata “com algo a mais”. 

A oportunidade surgiu no início deste ano. Depois de uma balada, enquanto ia para casa, passei por uma rua na zona central de São Paulo e avistei meu alvo. Morena, com uma bunda perfeita, descomunal, exibia barriguinha definida e seios fartos. Era ela! Conversamos e a puxei para dentro do carro. Fomos a um pequeno motel na região. 

Mal entrei no quarto, sentei-me na cama e a coloquei de joelhos. Saquei o cacete e empurrei em sua boca. A partir daí, fui tomado por uma sensação indescritível. Era o melhor boquete que eu já havia provado! 

Menos de cinco minutos depois, senti um arrepio pela espinha e enchi sua boca de porra. Ela recebeu e engoliu todo o líquido sem nenhuma reclamação. 

Relaxado, caído na cama. Estava satisfeito – mas lembrei que eu estava ali por um motivo bem definido: fazer sexo, de todos os tipos, com uma travesti. 

Por isso, ainda deitado, puxei seu cacete grande e grosso em minha direção e comecei a chupá-lo. Apesar de certa falta de, digamos, prática, eu devia estar fazendo gostoso, pois ela rebolava e, vez ou outra, enfiava o membro fundo na minha garganta. 
Virei-me de bruços e, com coragem, pedi que me penetrasse. Foi, então, que senti seus seios em minhas costas, seu perfume gostoso, os cabelos longos sobre mim. Fui relaxando, e ela foi entrando bem devagar. 

No começo, senti dor – mas passou rápido. Menos de um minuto, e a morena já bombava com força, em movimentos que me causavam um prazer que eu nunca havia sentido. Tirava o cacete inteiro e o colocava de uma só estocada em mim. Naquele momento, consegui entender o que faz com que tantos homens se apaixonem por travestis. 

Nem sei dizer quanto tempo ficamos ali. Dez, quinze, vinte minutos, não sei. Depois de algum tempo, porém, eu não agüentava mais. Afinal, era a minha primeira vez. 

Pedi que ela gozasse logo – e, já que estava ali mesmo, pedi que gozasse em minha boca. Queria saber como era a sensação de sentir a boca sendo inundada com aquele líquido quente e viscoso. Deitei-me sobre a cama com a boca aberta, enquanto ela se masturbava em minha direção. 

Logo senti um jato forte no rosto. Ela me puxou com vontade e afundou o cacete em minha garganta. Engoli tudo e gostei da sensação. Foi a vez de ela cair sobre a cama, cansada, suada. Tomamos banho juntos, paguei o combinado e fiquei com seu telefone. 
Desde então, pelo menos uma vez por semana, às vezes até mais, saímos juntos. Ela já me propôs uma festinha com ela e mais duas ou três amigas. Ainda estou pensando no caso, mas quem sabe numa próxima. Talvez semana que vem... 


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